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A TV digital entrou em operação no Brasil em dezembro de 2007, o sinal digital foi transmitido para a cidade de São Paulo, pondo fim a anos de estudos e discussões sobre a TV Digital no Brasil. Finalmente o sinal era transmitido e o Brasil entrava de vez na era da alta definição da imagem. Hoje, o sinal digital já está disponível e sendo transmitido em diversas cidades e capitais brasileiras, como, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia, Salvador, etc. Entretanto a grande empolgação dos especialistas e até mesmo de parte da população não se deu por causa da grande qualidade da imagem e áudio da TV, e sim pela possibilidade da mesma poder oferecer a tão sonhada e falada interatividade para o usuário. O ano de 2008 tinha tudo para ser o ano da interatividade na TV brasileira, ministros, profissionais da área, todos dizendo que esse seria o ano. Bom, o ano de 2008 acabou e nem sinal dessa tal interatividade, ficou pra 2009. 2009 entrou, e especialistas dizem que no mais tardar de dezembro já estarão disponíveis no mercado receptores aptos para prover a interatividade para o usuário. Mas porque não temos ainda interatividade em nossas TV’s ? O problema atende pelo nome de GINGA. Ginga como mencionado no post anterior, é o middleware que será embarcado nos receptores vendidos no Brasil para proporcionar a interatividade, sem Ginga sem Interatividade. No próximo post estarei falando detalhadamente sobre o middleware Ginga, mas basicamente o Ginga possui 2 subsistemas, um declarativo e um procedural, o declarativo (Ginga-NCL) já está pronto para usar e já está especificado pela ABNT, e ele é tão bom que recentemente foi elevado a padrão INTERNACIONAL pela ITU-T. A pedra no sapato é o outro subsistema do Ginga, o Ginga-J, que será o responsável pelo processamento de aplicações procedurais. O Ginga-J incorporou pacotes e APIs proprietários, o que então implicaria no pagamento de royalties para as empresas detentoras, como já dissemos anteriormente, o SBTVD-T foi implementado desde o começo de forma a não envolver custos, em especial ao middleware, um ambiente livre e de código aberto. A solução foi pedir a SUN que desenvolvesse esse conjunto de pacotes e API’s de forma aberta para assim então o Ginga-J poder ser especificado e ser “passado” a população sem nenhum custo. Hoje estamos na seguinte situação: a SUN já entregou essas API’s para o Fórum Brasileiro de TV Digital (link) e atualmente o Ginga-J finalmente parece estar sendo especificado pela ABNT. Fora alguns problemas das empresas fabricantes de receptores que relataram problemas para embarcar o Ginga em seus hardware, parece que finalmente no mais tardar do final de 2009 poderemos ter esses aparelhos em casa executando o Ginga. E o mais legal, nós mesmos poderemos baixar o Ginga e desenvolver aplicações para executarmos nos receptores.
Bom, mas o que vem a ser a interatividade na TV Digital ? Com a interatividade o usuário (ou telespectador) deixará de ser passivo em frente a TV para se tornar um indivíduo completamente ativo. Analogicamente podemos comparar a um computador com acesso à internet. Quando você acessa a internet, você escolhe o serviço (entrar em um site, ler seu email, conversar com seus amigos no MSN, entrar em uma sala de bate papo, fazer o download de um arquivo, …) ou existe um horário pré determinado para você acessar a um site ou para você ler sua caixa de emails ? Certamente você “escolhe” ou faz o que deseja fazer no seu PC, podemos dizer então que você é um usuário ativo diante do seu computador, você diz a ele o que quer e a que hora quer, e ele prontamente atende ao seu pedido. Hoje com a TV analógica é diferente, você liga a TV e já existe uma programação pré-definida que está passando, não existe como você “fechar” aquele programa chato que está passando e não existe maneira de você “abrir” aquele documentário que gostaria de assistir. Com a IDTV (Interactive Digital TV) ou TV Digital Interativa isso muda, o usuário abandona o papel meramente passivo para se tornar ativo diante da TV, com o poder de interagir com a programação, podendo até mesmo a elaborar seu próprio conteúdo televisivo. Ver e fazer o que quiser e a hora que quiser, assim como temos hoje com um PC.
Darei alguns exemplos do que a IDTV poderá fornecer a nós. Suponha que esteja passando uma propaganda de uma loja de calçados, em determinado momento aparece um tênis em promoção. Através do controle remoto da TV você poderá comprar esse tênis, bastando apenas preencher um formulário de compra disponibilizado na própria TV. Assim como quando você compra um produto pelo computador, esse tipo de comércio eletrônico é chamado de e-commerce, já no nosso exemplo, o comércio que será feito pela TV será chamado de T-Commerce. Outros serviços incluem por exemplo o T-Banking, onde você poderá acessar informações de sua conta bancária pela própria TV.
A Caixa Econômica Federal possui uma aplicação para TV Digital feita em NCL/LUA, para financiamento de imóveis, onde o usuário através da TV de sua casa poderá financiar um imóvel tendo apenas o controle remoto em sua mão. O aplicativo mostra o valor financiado, o valor da prestação, taxa de juros, etc.
Aplicativo executando em uma TV através de um receptor
Aplicativo da CEF para financiamento de Imóveis
****Aplicações T-GOV
As aplicações T-GOV são aplicações do governo federal destinadas à inclusão social e digital. Dentre as aplicações T-GOV destacam-se:
T-Learning: Aplicações voltadas para a área da educação, alfabetização digital. Com a IDTV, o usuário que assiste as aulas na TV poderá fazer testes, provas, responder a perguntas do professor (ou apresentador como queiram), ou seja se tornar ativo em frente à TV, assim como se estivesse em sala de aula. Uma experiência é a Wish TV – EUA (www.wgate.com).
T- Health: Aplicações voltadas para a área da saúde. Este tipo de aplicação é voltada para o atendimento a pessoas que não tem acesso a informações gerais sobre qualidade de vida. Nas aplicações T-Health o usuário obterá informações sobre como obter uma alimentação saudável, prática de exercícios físicos, e etc. Além do mais o usuário poderá marcar consultas na rede SUS de saúde (nada impede que estas consultas sejam atendidas na própria TV, através de um chat online com o médico), e os usuários terão também acesso aos seus prontuários tendo apenas que apertar um botão do controle remoto.
Exemplo de uma aplicação do tipo T-Health
T-Voto: Serão aplicações que serão usadas em votações. Por exemplo, uma nova lei está em trâmite no Senado e está causando polêmica, o governo então poderá utilizar esse tipo de aplicação para querer saber a opinião da população brasileira a respeito da nova Lei. Tendo que apenas o usuário ligar a TV, acessar a TV Senado, por exemplo, e dar o seu voto. Popularidade de políticos, aprovação de leis, dentre outros deverá ser muito usado pelo governo para saber a real opinião da sociedade.
T-Mail: Será uma caixa de emails do governo, onde qualquer cidadão brasileiro poderá cadastrar uma conta e enviar e receber informações das mais diversas atuações do governo, tanto em políticas sociais, internas e externas.
Existe ainda vários tipos de aplicações que serão disponibilizadas pelo governo através dos seus canais (TV Brasil, TV Senado, TV Câmara, TV Justiça), dentre essas aplicações algumas já foram demonstradas em eventos, como por exemplo, uma aplicação da Previdência Social desenvolvida pela Dataprev do Rio Grande do Sul.
Aplicação de TV Digital para a Previdência Social
Podemos notar pela imagem que a aplicação fornce 4 tipos de informações para o usuário (telespectador). Basta o usuário selecionar o quadro desejado através do controle remoto, que um vídeo com informações relativas à escolha do usuário começará a executar.
Outras aplicações bem comuns que veremos e que já existem hoje nas TV’s a cabo são as EPG’s, ou grades de programação. As EPG’s estarão disponíveis a qualquer momento para o usuário e trará informações sobre a programação da emissora, horário e informações diversas da programação da rede.
EPG - Informações sobre a programação da Emissora
**** Programas Não-Lineares
Os programas não-lineares serão o grande atrativo da TV Digital, esses programas não são apenas compostos pelo áudio e vídeo principais do programa (como na TV Analógica), mas também por outros dados transmitidos conjuntamente como fluxo de áudio e vídeo principais. Esses dados podem ser constituídos de outros áudios e vídeos, imagens, textos, … e um aplicativo que relaciona espacialmente e temporalmente todos esses objetos de mídia (áudio, vídeo, texto, imagem, …).
Esses aplicativos podem ser classificados como Específicos ou Standalone. Um aplicativo específico são aplicações que seguem junto como programa assistido, se o programa terminar a aplicação também termina, como por exemplo, temos o quis. Uma aplicação standalone independe do programa assistido, ou seja, fechando o programa ou até mesmo mudando de canal, você poderá acessar a aplicação no momento que quiser. Abaixo segue um exemplo de cada aplicação:
Aplicação Específica do Programa
A figura abaixo mostra uma aplicação desenvolvida para os jogos olímpicos de Sydney em 2000, onde o usuário pode escolher qual modalidade esportiva deseja assistir, se deseja ver uma propaganda (xlet2), o usuário pode também escolher qual câmera do estádio deseja assistir a competição. Essa aplicação foi desenvolvida através da API JavaTV, todo programa feito em JavaTV recebe o nome de Xlet, cada Xlet desta aplicação é um programa em execução. A API JavaTV estará disponível no ambiente Ginga-J do SBTVD-T.
Aplicação utilizada na Olímpiada de Sydney em 200
A Rede Globo de Televisão já possui várias aplicações prontas com interatividade. Internamente a Globo já estuda implantar a interatividade em celulares e a usar um satélite para comunicação. Há pelo menos 3, 4 anos a Globo já faz testes em seus programas rodando algum tipo de interatividade. Abaixo segue algumas imagens de testes feitos pela Globo. Uma durante a Olímpiada de Pequim em 2008, onde a qualquer momento da programação o usuário poderia acessar informações sobre a Olímpiada, quadro de medalhas, curiosidades, etc. A outra aplicação é a do Campeonato Brasileiro, onde o usuário poderia acessar informações sobre todos os jogos da rodada, a escalação dos times, quem serão os árbitros, assistentes, … Note que nos dois casos, não necessariamente os aplicativos executam com o programa a qual referem, no primeiro uma novela está sendo transmitida, enquanto que no caso do aplicativo do brasileirão, um programa de auditório está passando no momento.
Aplicativo feito pela Globo das Olimpiadas de Pequim
Teste do Aplicativo do Brasileirão feito pela Globo
Note que na primeira imagem, o vídeo com a novela sendo transmitida é redimensionado para que o aplicativo com informações sobre a Olímpiada execute. Já no aplicativo do Brasileirão, as imagens, textos e informações é sobreposta ao programa que está sendo transmitido.
**** Graus de Interatividade
Do ponto de vista técnico, o grau de interação do usuário com a TV pode ser classificado em três categorias: Interatividade Local, Interatividade Intermitente e Interatividade Permanente.
A Interatividade Local é a mais básica das 3. Na interatividade local, o usuário não consegue estabelecer uma comunicação com o emissor, pelo fato deste tipo de interatividade não possuir o canal de retorno ou de iteração. Neste tipo de interatividade podemos destacar aplicações do tipo EPG’s, jogos residentes no STB (Set-Top-Box), configuração de legendas, ….
A Interatividade Intermitente é uma evolução da local, pois nela já há a adoção de um canal de retorno. Mas esse canal de retorno é unidirecional (os dados só trafegam em uma direção) e não-dedicado, pois o estabelecimento da comunicação só dá ou do usuário para o emissor ou do emissor para o usuário, nunca os dois ao mesmo tempo.
Neste tipo de interatividade as aplicações como quiz e pesquisas de opinião são muito utilizadas.
A Interatividade Permanente é uma evolução da Intermitente. Aqui a comunicação já é feita de forma dedicada e bi-direcional. Os dados trafegam em ambos os sentidos. Neste tipo de interatividade os serviços prestados serão praticamente os mesmos que um computador conectado à internet faz. Navegação, acesso a sua caixa de emails, bate-papo, jogos online, t-commerce, t-banking, t-learning (educação a distância), dentre outras.
Bom, espero ter ajudado a vocês entenderem um pouco dos diversos serviços que a interatividade na TV trará para nós, os tipos de aplicativos e os serviços que serão prestados. Vale lembrar que a interatividade também estará presente em dispositivos móveis, como celulares e pda’s. Existem diversos tipos de aplicações já prontas, feitos tanto pelo governo, como por empresas, emissoras e programadores diversos em todo o Brasil, o que espera apenas é o lançamento do Ginga no território nacional. No site www.clubencl.org há alguns exemplos de programas interativos desenvolvidos na linguagem NCL e NCL/LUA.

Like this quiz? crisistina created it! | Qual é o filósofo que existe dentro de você?you got... EpicuroUm sabe-tudo completo, gosta de dar pitaco em todas coisas mundanas. Já escreveu sobre o amor, a música, a ética, as maneiras de se viver, a naureza. Apesar de tudo é um quebrado! Não por que é pobre, mas é pq gasta tudo com bebida, excessos noturnos, e gosta de se dar privilégios. Não esconde de ninguém que é um tarado, safado e sem vergonha. Gosta mesmo de sexo, e dai não é? Criou o Epucurean Way Of Life, que se baseia na devota busca ao prazer. Resumindo, tu és um cabeção, mas gosta é mesmo da vida boa.Faça o Quizz aqui |
Obscure II é a sequencia do aclamado jogo de horror Obscure. O compositor de Soundtrack of Obscure 2 é Olivier Deriviere. Essa música foi feita pelo coro infantil da Ópera Nacional de Paris e em 2005 para ampliar a qualidade da produção da música para a sequencia de Obscure (Obscure: The Aftermath) Deriviere acrescentou o Quarteto de Boston, formado por membros Boston Symphony Orchestra, incluindo a Concertmaster Miss Tamara Smirnova. Em 2007 ele ganhou o prêmio de melhor trilha sonora de programadores do festival francês e Obscure 2 obteve opiniões de grandes críticos como a IGN: "A música é fantástica e sugestiva".Obscure 2 foi realizada para a 2 ª edição dos Jogos em concerto em Amsterdam pela a Orquestra Metropolitana. Este OST é gratuito para download no site oficial do compositor. Tracklist:
1 Corruption With Rage and Melancholy
2 Atmospheric Mood
3 Back to School
4 Life Has Plan
5 Ballets of Deads
6 Finally Home
7 Melancholy
8 Corpus Gemitu
9 Bad Behaviour
10 Lost Love
11 Infested People
12 Dimitri Was There
13 Waltz of Death
14 We All Die
15 Save My Soul
16 The Last Ones
17 Periculum
18 Turtle Stone
19 Hearing Fearies
20 Lumen
21 Nostalgia
Os portáteis atualmente se mostram bem mais complexos, com vários detalhes que podem passar desapercebidos na hora da compra e que podem fazer diferença depois. Antigamente tinhamos no máximo versões reduzidas ou com diferenças marcantes, como foram com Game Boy, com as versões Pocket e Color; Game Boy Advance, seguido do Advance SP e Micro. Ou Neo Geo Pocket e a versão color. Já no portáteis de hoje, pode ser pouco chamar apenas de atualização os Nintendo DS seu sucessor DSi e PSP 1000 e o futuro Go.
A escolha pelo PlayStation Portable tem um motivo simples: pretendo comprar no futuro próximo. Compra apenas agora tem a vantagem dos muitos bons jogos já lançados e que posso comprar por um bom preço (um Final Fantasy Crisis Core em lojas sai por U$ 20), mesmo que atualmente os lançamentos estejam um pouco escassos. E com a E3 2009 e todo o foco que a Sony deu ao PSP, com tantos anúncios importantes, pode ser que o mesmo venha recuperar o folego. Também é um ótimo momento pelo lançamento próximo do PSP Go, que anda gerando muitas dúvidas (bom, pelo menos para mim =p).
Matendo a tradição, resumo para quem tem preguiça de ler tudo =p: as duas primeiras versões do PSP, 1000 e o Slim & Lite, este também chamado de 2000, não são mais produzidos, mas podem ser uma boa opção para se comprar usado a um bom preço (principalmente se tu não se importar com o design grande e desajeitado do 1000). O representante mais recente é o PSP 3000, custando U$ 170 nas principais lojas dos EUA. Menor e mais leve, com saída para TV (mais eficiente que o 2000 nesse ponto), microfone embutido, é o melhor custo-benefício. E o PSP Go? Este não tem o drive UMD (é um disco menor, o formato padrão dos jogos de PSP), ou seja, jogos, apenas comprando e baixando pela Internet, diretamente do PSP é claro. Gosto do design que esconde os controles em um parte deslizante, e a tela um pouco menor o deixa mais compacto ainda, além de já ter memória interna de 16 GB (os outros PSPs dependem dos cartões de memória). E também é o único a oferecer bluetooth. O problema, GRANDE problema, é o preço, do meu ponto de vista, não vale os U$ 250 que a Sony irá cobrar (é o preço de um Nintendo Wii!). Como também é possível comprar os jogos por downloads em qualquer dos outros PSPs, apesar de não ser tão compacto, o PSP 3000 parece ser a melhor escolha, ao menos enquanto o preço do Go não abaixa. Lembrando que o Go estará disponível a partir de 1/Outubro.
Índice de tópicos abordados:
UMD, Memory Stick
O PlayStation Portable (PSP) utiliza um disco proprietário para armazenar os jogos. Este disco é o Universal Media Disc (UMD), que tem capacidade de 1.8 Gb (aproximadamente 3 CDs ou 1/3 de um DVD). Também é utilizado para filmes, séries, shows, etc, porém foi um formato que não vingou, e hoje existem poucos lançamentos (se existirem).
Para armazenar mídia (fotos, filmes, músicas, etc) o PSP aceita cartões do tipo Memory Stick PRO Duo. É um cartão encontrado comumente em aparelhos da Sony como cameras digitais (a versão antiga, maior, é o Memory Stick PRO, incompatível com o PSP, e existe uma versão mais recente, o M2 , que é menor, e pode ser utilizado no PSP através de um adaptador). Ao comprar o portátil, acompanha um cartão de 32Mb, porém em alguns bundles e nas lojas é possível encontrar cartões de 2Gb, 4Gb, 8 Gb e afins.
Porém no caso do PSP Go, a situação é diferente. O drive UMD deixa de existir, e este passa a oferecer memória interna de 16 GB. Ainda aceita cartão de memória, mas em vez do Memory Stick PRO Duo, é compatível com Memory Stick Micro – M2 – (ainda menor que o PRO Duo, este cartão tem sido muito utilizado nos celulares mais recentes da Sony Ericsson).
Se vai comprar um cartão para seu PSP 1000, 2000 ou 3000, meu conselho é o seguinte: compre logo um Memory Stick Micro (M2) e um adaptador para Duo (é comum já vir com o cartão, mas também pode ser adquirido em separado). Assim, o cartão servirá para seu PSP, e ainda será util caso queira utilizar em um PSP Go ou em um celular Sony Ericsson compatível.
Trava por região (jogos e filmes)
Jogos
Jogos em UMD (o disco do PSP): qualquer portátil roda jogos de quaisquer regiões. Seu PSP americano aceitar jogos europeus, por exemplo.
Jogos por Download (através da PSN, a rede online do PSP): acredito que seja aconselhado comprar jogos na PSN Store equivalente a região do PSP, porém necessita de confirmação.
Filmes
Possuem trava por região. Filmes americanos em PSP americanos, europeus em portáteis europeus, e assim por diante.
Firmware
De tempos em tempos a Sony libera atualizações para o sistema do PSP. Essas atualizações incluem novas funcionalidades e correções de falhas e segurança. A versão atual é a 5.51. Geralmente a atualização é feita diretamente pela uma opção de menu ou baixando o update através do site oficial, passando o arquivo do PC para o PSP utilizando o Memory Stick.
PSP 1000, 2000 (Slim and Lite), 3000 e Go
Drive UMD: Sim
Tipo de Cartão: Memory Stick PRO Duo
Memória interna: Não
Saída para TV: Não
Bluetooth: Não
Não é mais produzido.
O primeiro PSP lançado. Não é recomendado por ser maior e mais pesado, por ter menos memória RAM (significa maior tempo de carregamento para os jogos e falta de suporte ao Skype), e pela tela melhorada encontrada nos outros PSPs. Também não tem saída para TV. Mas ainda pode ser uma boa opção se encontrar um usado por um bom preço, e se essas funções extras não importarem.
-
Drive UMD: Sim
Tipo de Cartão: Memory Stick PRO Duo
Memória interna: Não
Saída para TV: Sim
Bluetooth: Não
Não é mais produzido.
A atualização direta dos antigos PSP 1000. Menor e mais leve, dobro de memória RAM (menor tempo de carregamento para os jogos), tela mais brilhante, suporte ao Skype (através de um headset vendido em separado). Comprando o acessório certo, permite visualizar jogos, filmes e música na TV. Porém, no caso de jogos, funciona apenas em TVs com suporte a progressive scan (encontrado geralmente em HDTVs e Full HD tvs), e requer o uso de cabos compatíveis (Video Componente). Recomendaria o Slim and Lite se não fosse o PSP 3000, bem semelhante e com algumas melhorias. Novamente, se encontrar um usado barato, pode ser uma boa opção.
-
Drive UMD: Sim
Tipo de Cartão: Memory Stick PRO Duo
Memória interna: Não
Saída para TV: Sim
Bluetooth: Não
Atualmente em produção.
Possui todas as melhorias do PSP 2000, e mais algumas: tela melhor e com tecnologia anti-reflexiva, microfone embutido, e saída para TV com suporte a TVs comuns incluindo jogos. E diferente do que possa parecer, não será substituído pelo Go. De fato, ambos serão opções complementares. Vantagens em relação ao Go: tela maior (na verdade o PSP Go possui uma tela menor em relação aos outros PSPs), drive de UMD (pode ser útil para comprar jogos antigos a um preço menor) e preço. É difícil não levar em consideração o fato do PSP 3000 atualmente custar U$ 170 (versão Core) e que o PSP Go irá custar U$ 250. Apesar de não ser tão compacto quanto o PSP Go, levando em consideração custo-benefício, o PSP 3000 é a melhor escolha.
-
Drive UMD: Não
Tipo de Cartão: Memory Stick Micro (M2)
Memória interna: Sim (16 GB)
Saída para TV: ?
Bluetooth: Sim
Disponível a partir de outubro/2009.
A aposta da Sony em downloads como meio de comprar jogos. Pelo fato de não ter drive UMD, não é considerado um sucessor ao PSP 3000, e sim, um complemento. A tela é menor (3.8”, enquanto nos outros PSPs é de 4.3”), mas ajuda, junto com o controle deslizantes, a deixar o Go ainda menor. Para permitir que os usuários possam armazenar muitos jogos, já vem com 16 GB de memória interna, que pode ser expandida utilizando o cartões de memória da Sony (diferentemente dos outros modelos, o Go utiliza o Memory Stick Micro, menor, comumente encontrado em celulares Sony Ericsson) se houver necessidade. Também foi adicionado Bluetooth, para troca de arquivos como fotos e músicas com outros dispositivos.
Sobre os jogos, existe a promessa da Sony de que todo novo lançamento estará disponível em UMD e para compra digital. E também de disponibilizar muitos dos jogos mais antigos em UMD para compra por download (pelo menos os principais jogos, além de todos já lançados pela Sony). Para aqueles que já possuem UMDs, vai existir algum tipo de serviço para transportá-los para o novo PSP Go, apesar de não terem sido oferecido maiores detalhes.
Apesar do design tornar o PSP realmente portátil (não ter os controles nas laterais faz muita diferença), o preço não anunciado não se justifica: U$ 250, ante os U$ 170 do PSP 3000, é muito caro. É o preço de um console… E tem o design diferenciado, que agrada alguns e desagrada outros. Considerando custo-benefício, o PSP 3000 é a melhor escolha, sem sombra de dúvida (mesmo porque é possível comprar os jogos por download no 3000, assim como no Go). Quem sabe se o preço cair para menos de U$ 200…
Internet e Multiplayer (AdHoc / WiFi)
Existem duas formas de jogar contra alguém. O primeiro é com os PSPs próximos ao outro, no chamado modo AdHoc (ou ad-hoc). E o segundo é através da internet, chamado de modo WiFi.
Também é possível navegar na internet, com um browser disponível a partir da versã0 2 do sistema do PSP, gratuitamente. Ele possui suporte a Flash, porém na versão 6, bem mais antiga que a atual, 10.
Distribuição Digital (PS One, Patapon 2…)
O PlayStation Portable, assim como o PlayStation 3, desde o começo tiveram uma certa ênfase em jogos disponíveis digitalmente. Já tinhamos jogos de PlayStation One e jogos originais, que foram extendidos aos jogos do próprio PSP, como foi o caso de Patapon 2. Este, sequer teve uma versão UMD disponível, no máximo era possível comprar a caixa (com manual) do jogo em que vinha disponível um voucher para baixar o mesmo da PlayStation Store (a loja online da Sony). Patapon 2 foi um marco, trouxe muitas discussões sobre o futuro dos jogos como mídia física e digital, e serviu como introdução ao PSP Go, uma aposta da Sony que aceita apenas download digitais como forma de adquirir jogos.
Cada opção possui suas vantagens e desvantagens: comprar online permite a nós brasileiros não se preocupar com taxas e frete, por exemplo. Por outro lado, muitos gostam de ter a caixa e mídia do jogo, a sensação física de possuir o mesmo, ou para colecionar. Outro possível problema é armazenamento, já que eventualmente jogos mais antigos terão que ser apagados (com a opção de se baixá-los novamente, o que pode ser limitado, e ainda depende de conexão com a internet) ou movidos para um backup, por maior que seja o espaço disponivel.
PSP Go e jogos antigos em UMD
Segundo a Sony, todos os novos jogos irão ser disponibilizados em UMD e para compra digital. Quanto aos jogos antigos, todos os publicados para Sony serão disponibilizados digitalmente, assim como os principais lançados por outras empresas. E para quem tem jogos em UMD, existe a promessa de um serviço para ter esses jogos disponíveis sem custo em seu PSP Go. Porém ainda não temos detalhes, se será um serviço pela internet, ou se será necessário ir a um quiosque fazer a transferência, se um programa para PC será disponibilizado…
Ligando PSP a TV
PSP 2000
Com o cabo de Vídeo Composto, S-Video ou Vídeo Componente, permite ver filmes, músicas e aplicativos do PSP diretamente na TV, em widescreen (16:9) ou formato convencional (4:3).
Para jogos existe uma limitação: aceita apenas TVs com suporte a progressive scan (p-scan), e neste caso, é obrigatório utilizar o cabo Vídeo componente. Os jogos são mostrados na proporção 16:9 apenas, e não ocupam a tela toda (diferentemente de filmes e afins, que podem ser mostrados em tela cheia).
PSP 3000
Sem a mesma limitação do 2000, permite que jogos, filmes, músicas e aplicativos sejam vistos em qualquer tipo de TV. Para progressive scan, precisa do cabo Vídeo Componente.
PSP e PS3 (Remote Play)
Permite ao PSP acessar algumas das funções do PlayStation 3 diretamente ou através da internet. Inclui ver mídia armazenada no HD do PS3 (vídeos, fotos, música), jogos de PlayStation One, ligar e desligar o console, e controlar as músicas que estão sendo tocadas no próprio console. Inclusive alguns jogos do PS3 tem a função remote play. Não estão acessíveis assistir DVD ou Blu-ray, e jogos de PlayStation 2.
Skype
O mais importante: compativel apenas com as versões Slim and Lite (2000) e 3000. Já o PSP Go é ainda não se sabe se irá manter tal compatibilidade.
Slim and Lite (2000): é preciso comprar um acessório com o microfone.
PSP 3000: esta versão já possui microfone embutido, ou seja, possui todo o necessário para utilizar o Skype.
A vantagem de ter Skype no PSP é poder fazer e receber ligações em qualquer lugar com uma conexão WiFi disponível. Até mesmo em casa, sem ter a necessidade de ligar o computador. Muito útil em viagens, por exemplo. Ou para gravar podcasts =]
Acessórios (1seg, Pelicula, Cameras)
1seg
Como os padrões japonês e brasileiro para TV Digital são o mesmo, este acessório, disponível para o PSP japonês, permite assistir TV Digital aqui no Brasil. Como ainda são poucas cidades com sinal digital, e apenas com parte da programação dos canais no novo sistema, vale mais a título de curiosidade.
Películas (várias marcas)
Não tem a mesma necessidade de um Nintendo DS, mas é sempre bom utilizar películas para evitar riscos.
Camera
Existe uma camera para PSP (e veja só, chamada de ‘Go’, mas sem relação com o novo modelo do portátil da Sony), apenas na Europa, e que dentre as funcionalidades permitia conversa por vídeo com um usuário de PC utilizando o mensageiro específico. Se não me engano, tal programa foi descontinuado. Não é compatível com o Skype.
Packs, Bundles
A Sony sempre teve o hábito de lançar packs incluindo com o PSP algum jogo, cartão de memória e às vezes um voucher para baixar um jogo da PSN Store ou um filme em UMD. E muitas vezes temos bundles específicos com portátil em cores diferenciadas. Existem também edições especiais, geralmente com o tema de algum jogo.
Geralmente o preço fica em U$ 200, mais barato que comprar os itens em separado.
Dentro os bundles mais conhecidos tivemos o Daxter Entertainment Pack, com um PSP 2000 Ice Silver (prateado) com Memory Stick 1 GB, o jogo Daxter e o filme Family Guy (Família da Pesada no Brasil) Freakin’ Sweet Collection. Com o PSP 2000, ainda tivemos o Ceramic White Star Wars edition, o God Of War (com o portátil em um vermelho berrante sangue), Metallic Blue (do jogo Madden NFL 09) e o melhor de todos, o “Final Fantasy VII 10th Anniversary” da foto acima, lançado no Japão, com apenas 77777 unidades (numeradas).
O Ratchet & Clank Entertainment Pack inclue além do jogo, Memory Stick de 1 GB, filme National Treasure 2, e inclue o mais recente PSP 3000 com duas opções de cor (Black e Silver). Um bundle mais recente também com o PSP 3000 é o Rock Band Unplugged Entertainment Pack, que além do jogo acompanha um voucher para baixar o filme School of Rock (forma de fazer propaganda de uma das atualizações mais recentes da PSN Store no PSP, compra de filmes e seriados) e um Memory Stick de 4 GB.
Quase sempre esses bundles de jogos valem a pena, já que eles custam U$ 200, sendo que se fosse comprar em separado seria U$ 170 (PSP) + U$ 20-40 (jogo) + U$ 15-35 (Memory Stick Sony) + U$ 5-10? (filme).
Playstation no Brasil
A Sony já anunciou sua chegada oficial ao Brasil com a linha PlayStation, incluindo toda a família: PlayStation 2, PlayStation Portable e PlayStation 3. Existem rumores que PlayStation 2 e jogos poderiam ser produzidos aqui, enquanto PSP e PS3 seriam importados, porém não existe confirmação. Nem noção de preços, assistência técnica e afins. Apenas que será no segundo semestre